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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Quase um CupCaKe!



Desenvolvido na Suécia nos anos de 1920, o concreto celular autoclavado (CCA) é um tipo de concreto de peso leve geralmente pré-moldado em forma de bloco que é curado sob pressão elevada dentro de fornos especiais chamados autoclaves. Embora o concreto celular autoclavado tenha sido usado com sucesso em grande parte do mundo desde o fim da segunda guerra mundial, no Brasil o material ainda é pouco difundido, tomando só agora destaque entre os construtores.
O CCA, também conhecido como concreto aerado autoclavado, é produzido com material muito fino geralmente mistura de cal e areia silicosa. O que faz o CCA diferente do concreto agregado de peso leve é que o CCA contém milhões de células microscópicas que são geradas durante o processo industrial. Além disso, CCA difere de muitos outros concretos porque pode ser perfurado, serrado, pregado, ou atarraxado usando ferramentas de carpintaria convencionais. 

Várias Fórmulas

Embora várias fórmulas sejam usadas para o CCA industrial, as matérias-primas básicas são cimento Portland, pedra calcária, pó de alumínio, água, e uma proporção grande de areia de silica-rica (areia silicosa) ou cinzas volantes. Uma vez que as matérias-primas estão misturadas em uma pasta e colocadas em moldes engraxados, o pó de alumínio reage quimicamente para criar milhões de bolhas minúsculas de gás de hidrogênio. Estas células microscópicas, inconexas fazem o material se expandir para quase duas vezes do seu volume – similar ao processo de fermentação da massa do pão – dando ao CCA um leve peso. Depois de um tempo que varia de 30 minutos a 4 horas, o material na forma parecida a uma espuma fica duro o bastante para ser cortado nas formas desejadas e colocados em uma autoclave para curar.

A autoclave usa vapor de alta-pressão à temperaturas de cerca de 180°C para acelerar a hidratação do concreto e propiciar uma segunda reação química que dá para ao CCA sua força, rigidez, e estabilidade dimensional. O autoclavamento pode produzir em 8 a 14 horas forças concretas iguais a forças obtidas em um concreto curado em meio úmido durante 28 dias a 21°C. Os produtos finais normalmente são embrulhados em plástico e transportados diretamente para o local de construção.

O CCA tem um quarto do peso de um concreto convencional de mesmo volume e é disponível em blocos para parede e painéis de telhado, padieiras, e pisos. Cada um destes produtos pode ser fabricado em uma gama de tamanhos que dependem de aplicações específicas, permitindo assim máxima eficiência e flexibilidade na construção. O concreto celular autoclavado pode ser usado para todos os tipos de estruturas que variam de residências unifamiliares a grandes complexos industriais.

O CCA é inerte, substância atóxica e tem um processo industrial livre de poluição e desperdício de energia. Talvez o benefício ambiental mais significante de usar CCA é que as cinzas volantes pode ser usado como o componente substituto da areia silicosa. A indústria de utilidade elétrica gera mais de 50 milhões de toneladas de cinzas volantes a cada ano - só uma fração de qual pode ser reciclado.

O CCA é razoavelmente resistente ao frio e aos sulfatos, permitindo ser usado ao redor do mundo em todas as zonas climáticas e para uma gama extensiva de aplicações. Quando usado no exterior, o CCA normalmente é protegido por argamassa ou outras camadas protetoras. O CCA também é um material inorgânico, fazendo dele, 100 % à prova de animais danosos (cupins, por exemplo) e resistente ao apodrecimento.


Márcio Lenin M. de Azevedo é engenheiro civil,
projetista estrutural e,
projetista de softwares científicos para otimização de processos produtivos.






terça-feira, 11 de setembro de 2012

PC II - Trabalho!!!

Olá queridos alunos...

Essa semana será um divisor de águas em nosso trabalho.
Para aqueles que participaram ou participarão da aula adequadamente será uma oportunidade de colocar em dia as postagens. Depois desta semana as postagens atrasadas não valerão mais. 

É ISSO MESMO!!!! ESTARÃO ZERADAS!!!!

Então aproveitem o tempo em sala de aula para não deixar a oportunidade passar, afinal esse trabalho é super simples e a melhor parte é que pode alargar o conhecimento de vocês de acordo com o seu interesse.
Todos os textos serão lidos e avaliados por mim. Todos tem valor e merecem reconhecimento!



quinta-feira, 30 de agosto de 2012

PC II - Dúvida de aula... Qual a diferença entre vidro e cristal????


Diferença está nos elementos químicos que compõem essa estrutura”, afirma Oscar Peitl Filho, professor de engenharia de materiais da Universidade Federal de São Carlos.

Antes de mais nada, é preciso evitar confusão entre o chamado vidro cristal – material utilizado para a fabricação de lustres, taças e copos mais refinados – e o cristal propriamente dito, aquele tipo de mineral encontrado na natureza que abrange tanto o diamante quanto o quartzo. “O vidro cristal e ovidro comum têm uma estrutura molecular de desenho praticamente idêntico: a diferença está nos elementos químicos que compõem essa estrutura”, afirma Oscar Peitl Filho, professor de engenharia de materiais da Universidade Federal de São Carlos. Também conhecido como vidro de cal-soda ou soda-cal, o vidro comum é feito de areia (sílica), soda (óxido de sódio), cal (óxido de cálcio) e óxido de alumínio. Já na composição do vidro cristal entram apenas a sílica e o óxido do chumbo, substância que dá mais brilho e maior peso ao produto.


Sutil distinção

Detalhe químico separa o vidro comum do cristal
1 - A estrutura molecular de ambos os materiais tem o mesmo desenho

2 - O principal componente dos dois é a areia, ou sílica (SiO2). Os outros ingredientes é que variam.

3 - O vidro comum combina a sílica com óxido de sódio (Na2O), óxido de cálcio (CaO) e óxido de alumínio (Al2O3),

4 - O cristal acresce à sílica apenas o óxido de chumbo (Pb2O3).

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

PC II - Paredes de bloco de gesso e Gesso acartonado/Dry-wall

Segue link para baixar material de estudo.
Abraços

Profª Ericka


DOWNLOADS:

Apresentação utilizada na aula:
https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsV3FpM1RhcDRRV00

Textos:
Dry-wall ou Gesso Acartonado: https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsZ2lyZjc2a1FrWE0
Parede de blocos de gesso: https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsTjJPTVJBaVlyeHc

PC II _ Inspirações

Para quem precisa de inspiração... Que tal puxar um gancho daqui?!
Será que ainda está difícil achar uma inspiração????
Abraços a todos...
Bom trabalho!!!

Profª Ericka 



San Francisco’s Secret Mosaic Staircase (16th Avenue and Moraga)



House on Lake Okoboji by Min | Day
http://arquitetapage.tumblr.com/




Beirut Residential Building / ACCENT DESIGN GROUP



Como pintar sua parede em degradê???? CRIATIVIDADE!!!!!





Staircase and Skylights, Casa Batlló, Barcelona
By ken




L’Oreal Products Company | IAMZ Design Studio
+http://arquitetapage.tumblr.com/




The Russian Hill Residence by John Maniscalco Architecture, San Francisco, USA



Um ótimo exemplo de iluminação , ventilação e vegetação! =)
a21house By a21studio





... por hoje é só pessoal!!!!
x

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

PC II - Ideal do exercício

Olá pessoas... Tudo bem???

Hoje... dia 09/08/2012 estou aguardando o resto do pessoal começar o nosso trabalho... 
Lembrem-se que a idéia principal é enriquecer o conhecimento de vocês e auxiliá-los no conhecimentos dos sistemas de vedação, revestimento, cobertura... Enfim... Temos muita coisa para ser descoberta nesse caminho. Mãos-à-obra!!!!

Quero mais atitude de vocês e menos copia e cola. O legal não é escrever, ou postar, mas entender algo mais sobre algum assunto... Vejo que alguns já pegaram o esquema, mas outros ainda estão esquentando as turbinas para daqui a pouco arrasar nessa nossa empreitada.

Fica para todos um abraço e também um convite para começar a pensar melhor sobre os assuntos de nossa ementa o quanto antes. Vocês são parte fundamental no processo de aprendizado de vocês!!!!
Sem vontade não chegamos nem no meio do caminho...
Existem PROFISSIONAIS  e profissionais...
Em qual das duas categorias vocês pretendem se enquadrar???
A hora de escolher é agora!!!!

Um ótimo fim de semana!!!

Profª Ericka

...



terça-feira, 7 de agosto de 2012

Processos Construtivos II - Aula 01

Olá Pessoas...

Seguem links para que vocês possam fazer download de algumas referências que foram utilizadas para preparar nossa primeira aula de PC II...
Então, nesta aula, conversaremos sobre...

ALVENARIA

Técnicas da Construção Civil - Págs. 64 a 85 - Alvenaria: http://www.4shared.com/office/rqVBt0nS/03-Tcnicas_de_Construo_Civil_A.html

Alvenaria Racionalizada: http://www.4shared.com/office/cjnSIzY_/01-texto_techne_alvenaria_raci.html?

Procedimentos e cuidados na execução de alvenaria: http://www.4shared.com/office/AzjMI4WV/02-Procedimentos_e_cuidados_na.html?




Abrs.
Profª Ericka Ferraz


Tijolos maciços, barro, água e açúcar juntos viram forno de pizza na Unesc

Na última aula fui questionada sobre o uso de açúcar na construção de um forno de pizza. 
Por ter se tornado uma pequena polêmica eu não poderia deixar de utilizar essa curiosidade como uma amostra das imensas possibilidades de estudo em nossa matéria sobre os conhecimentos dos processos construtivos.
Segue então uma resposta para esta curiosidade...

Abrs...
Profª Ericka Ferraz


Fonte: http://www.unesc.net/post/64/10/10439



Construir um forno de pizza utilizando tijolos maciços, barro, água e açúcar parece estranho? Pode até ser, mas é factível. Esta convicção pelo menos os alunos de Arquitetura e Urbanismo da Unesc tiveram, ao participar de uma das oficinas dentro da programação da Semana Acadêmica do curso, que tem foco na sustentabilidade. Ministrada pelo arquiteto paranaense Fábio Remuszka, a oficina mostra como o equipamento pode ser feito em casa, com uma redução de custo substancial de até 70%.

“O açúcar cristaliza e chega a vitrificar, juntamente com o barro, ganhando propriedade refratária”, explica Remuszka. No projeto, o cimento é trocado por terra, e, dependendo das condições do local onde o forno é construído (se em local coberto), terá um logo período de funcionamento.

Arquitetura ecológica
Outras oficinas subsidiaram os acadêmicos para a utilização de materiais alternativos na construção. O uso de grama para a confecção de um telhado foi igualmente demonstrado em uma das atividades, por Remuszka, sendo chamado de “telhado verde”.
A bioconstrução, uma forma mais natural e orgânica de se trabalhar com espaços construídos, também foi trabalhada. Esse novo modelo é proposto a partir de análise ambiental, utilizando-se materiais e técnicas naturais encontrados no local, como terra, palha, bambu, pedras, madeiras, entre outros. A experiência foi apresentada por Juliano Riciardi e Teresa Ferreira Ávila Domino, referente à Casa Colméia, uma moradia familiar e estação de permacultura, situada em Jaguaruna.

Processos Construtivos II - Bibliografia Obrigatória

AZEREDO, H. A. O edifício até sua cobertura. São Paulo: Edgar Bluncher, 1988.

BORGES, A. C.; MONTEFUSCO, E.; LEITE, J. L. Prática das pequenas construções. Vol I e II. Ed. Edgar Blüncher Ltda., São Paulo, 2002.

CONSTRUÇÃO passo-a-passo. São Paulo: PINI, 2009.259p. 

Processos Construtivos II - 2012|2

OBJETIVO:

- Proporcionar ao aluno conhecimentos sobre os principais processos construtivos das edificações Industriais e Residenciais.
- Monitorar as etapas construtivas;
- Orientar equipes de trabalho;
- Observar as normas técnicas específicas;

EMENTA:

- Processos construtivos residenciais e industriais:

  • Sistemas de Vedação - Teoria e Prática (Alvenaria comum, alvenaria racionalizada, Drywall, pré-moldados, painéis pré-fabricados, fachadas pré-moldadas, alvenaria refratária);
  • Sistemas de Revestimento (Argamassa, cerâmica, laminado, madeira, granito, pintura comum e de alta durabilidade, gesso corrido, gesso em placa, pisos de alta resistência: korodur, granilite, epóxi);
  • Sistemas de Cobertura (Madeira - madeiramento, telhado, impermeabilização, estrutura pré-fabricada de madeira - e Aço - cobertura Steel Frame);
  • Tecnologia para infra-estrutura do canteiro (equipamentos a laser, sistemas de pallets, elevadores e guinchos automatizados, gruas, formas metálicas);
  • Sistema de tubulação industrial;
  • Sistema de cabeamento estruturado;
  • Sistema de proteção contra sinistro.