Para consulta...
Sempre!!!
Planejamento de Espaços Internos com Exercícios - 3ª Ed. 2010Autor: Karlen, Mark
Editora: Bookman
Ler Online em:
http://www.kilibro.com/en/book/preview/14134/planejamento-de-espacos-internos
Mostrando postagens com marcador Material para estudo. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 29 de julho de 2013
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Quase um CupCaKe!
Desenvolvido na Suécia nos anos de 1920, o concreto celular autoclavado (CCA) é um tipo de concreto de peso leve geralmente pré-moldado em forma de bloco que é curado sob pressão elevada dentro de fornos especiais chamados autoclaves. Embora o concreto celular autoclavado tenha sido usado com sucesso em grande parte do mundo desde o fim da segunda guerra mundial, no Brasil o material ainda é pouco difundido, tomando só agora destaque entre os construtores.
O CCA, também conhecido como concreto aerado autoclavado, é produzido com material muito fino geralmente mistura de cal e areia silicosa. O que faz o CCA diferente do concreto agregado de peso leve é que o CCA contém milhões de células microscópicas que são geradas durante o processo industrial. Além disso, CCA difere de muitos outros concretos porque pode ser perfurado, serrado, pregado, ou atarraxado usando ferramentas de carpintaria convencionais.
Várias Fórmulas
Embora várias fórmulas sejam usadas para o CCA industrial, as matérias-primas básicas são cimento Portland, pedra calcária, pó de alumínio, água, e uma proporção grande de areia de silica-rica (areia silicosa) ou cinzas volantes. Uma vez que as matérias-primas estão misturadas em uma pasta e colocadas em moldes engraxados, o pó de alumínio reage quimicamente para criar milhões de bolhas minúsculas de gás de hidrogênio. Estas células microscópicas, inconexas fazem o material se expandir para quase duas vezes do seu volume – similar ao processo de fermentação da massa do pão – dando ao CCA um leve peso. Depois de um tempo que varia de 30 minutos a 4 horas, o material na forma parecida a uma espuma fica duro o bastante para ser cortado nas formas desejadas e colocados em uma autoclave para curar.
A autoclave usa vapor de alta-pressão à temperaturas de cerca de 180°C para acelerar a hidratação do concreto e propiciar uma segunda reação química que dá para ao CCA sua força, rigidez, e estabilidade dimensional. O autoclavamento pode produzir em 8 a 14 horas forças concretas iguais a forças obtidas em um concreto curado em meio úmido durante 28 dias a 21°C. Os produtos finais normalmente são embrulhados em plástico e transportados diretamente para o local de construção.
O CCA tem um quarto do peso de um concreto convencional de mesmo volume e é disponível em blocos para parede e painéis de telhado, padieiras, e pisos. Cada um destes produtos pode ser fabricado em uma gama de tamanhos que dependem de aplicações específicas, permitindo assim máxima eficiência e flexibilidade na construção. O concreto celular autoclavado pode ser usado para todos os tipos de estruturas que variam de residências unifamiliares a grandes complexos industriais.
O CCA é inerte, substância atóxica e tem um processo industrial livre de poluição e desperdício de energia. Talvez o benefício ambiental mais significante de usar CCA é que as cinzas volantes pode ser usado como o componente substituto da areia silicosa. A indústria de utilidade elétrica gera mais de 50 milhões de toneladas de cinzas volantes a cada ano - só uma fração de qual pode ser reciclado.
O CCA é razoavelmente resistente ao frio e aos sulfatos, permitindo ser usado ao redor do mundo em todas as zonas climáticas e para uma gama extensiva de aplicações. Quando usado no exterior, o CCA normalmente é protegido por argamassa ou outras camadas protetoras. O CCA também é um material inorgânico, fazendo dele, 100 % à prova de animais danosos (cupins, por exemplo) e resistente ao apodrecimento.
Márcio Lenin M. de Azevedo é engenheiro civil,
projetista estrutural e,
projetista de softwares científicos para otimização de processos produtivos.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
PC II - Trabalho!!!
Olá queridos alunos...
Essa semana será um divisor de águas em nosso trabalho.
Para aqueles que participaram ou participarão da aula adequadamente será uma oportunidade de colocar em dia as postagens. Depois desta semana as postagens atrasadas não valerão mais.
É ISSO MESMO!!!! ESTARÃO ZERADAS!!!!
Então aproveitem o tempo em sala de aula para não deixar a oportunidade passar, afinal esse trabalho é super simples e a melhor parte é que pode alargar o conhecimento de vocês de acordo com o seu interesse.
Todos os textos serão lidos e avaliados por mim. Todos tem valor e merecem reconhecimento!
Essa semana será um divisor de águas em nosso trabalho.
Para aqueles que participaram ou participarão da aula adequadamente será uma oportunidade de colocar em dia as postagens. Depois desta semana as postagens atrasadas não valerão mais.
É ISSO MESMO!!!! ESTARÃO ZERADAS!!!!
Então aproveitem o tempo em sala de aula para não deixar a oportunidade passar, afinal esse trabalho é super simples e a melhor parte é que pode alargar o conhecimento de vocês de acordo com o seu interesse.
Todos os textos serão lidos e avaliados por mim. Todos tem valor e merecem reconhecimento!
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
PC II - Dúvida de aula... Qual a diferença entre vidro e cristal????
Diferença está nos elementos químicos que compõem essa estrutura”, afirma Oscar Peitl Filho, professor de engenharia de materiais da Universidade Federal de São Carlos.
Antes de mais nada, é preciso evitar confusão entre o chamado vidro cristal – material utilizado para a fabricação de lustres, taças e copos mais refinados – e o cristal propriamente dito, aquele tipo de mineral encontrado na natureza que abrange tanto o diamante quanto o quartzo. “O vidro cristal e ovidro comum têm uma estrutura molecular de desenho praticamente idêntico: a diferença está nos elementos químicos que compõem essa estrutura”, afirma Oscar Peitl Filho, professor de engenharia de materiais da Universidade Federal de São Carlos. Também conhecido como vidro de cal-soda ou soda-cal, o vidro comum é feito de areia (sílica), soda (óxido de sódio), cal (óxido de cálcio) e óxido de alumínio. Já na composição do vidro cristal entram apenas a sílica e o óxido do chumbo, substância que dá mais brilho e maior peso ao produto.
Sutil distinção
Detalhe químico separa o vidro comum do cristal
1 - A estrutura molecular de ambos os materiais tem o mesmo desenho
2 - O principal componente dos dois é a areia, ou sílica (SiO2). Os outros ingredientes é que variam.
3 - O vidro comum combina a sílica com óxido de sódio (Na2O), óxido de cálcio (CaO) e óxido de alumínio (Al2O3),
4 - O cristal acresce à sílica apenas o óxido de chumbo (Pb2O3).
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
PC II - Sistema de vedação vertical
Amados...
Segue texto que será trabalhado e discutido na próxima aula.
Abraços...
E até lá...
Profª Ericka
Link para download: https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsREFBOTJza2xlbXM
DI - Fica a dica...
Para meus alunos mais que amados que eu não posso pedir uma folha de A4...
Me compadecendo e unindo a Profª Soraya (amiga de luta, neste momento de ensinar desenho pra vcs)...
Venho mostrar como eram as lapiseiras... agora que vcs tem elas de todas as cores...
Mas a dica mesmo é...
ELAS EXISTEM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! POR FAVOR TRAGAM PARA AULA...
Se eu não posso pedir pra vcs comprarem... O que direi? Assaltem a papelaria??????????????
Sei lá...
Se virem!
#ProntoFALEI!
Me compadecendo e unindo a Profª Soraya (amiga de luta, neste momento de ensinar desenho pra vcs)...
Venho mostrar como eram as lapiseiras... agora que vcs tem elas de todas as cores...
Mas a dica mesmo é...
ELAS EXISTEM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! POR FAVOR TRAGAM PARA AULA...
Se eu não posso pedir pra vcs comprarem... O que direi? Assaltem a papelaria??????????????
Sei lá...
Se virem!
#ProntoFALEI!
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
PC II - Paredes de bloco de gesso e Gesso acartonado/Dry-wall
Segue link para baixar material de estudo.
Abraços
Profª Ericka
DOWNLOADS:
Apresentação utilizada na aula:
https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsV3FpM1RhcDRRV00
Textos:
Dry-wall ou Gesso Acartonado: https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsZ2lyZjc2a1FrWE0
Parede de blocos de gesso: https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsTjJPTVJBaVlyeHc
Abraços
Profª Ericka
DOWNLOADS:
Apresentação utilizada na aula:
https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsV3FpM1RhcDRRV00
Textos:
Dry-wall ou Gesso Acartonado: https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsZ2lyZjc2a1FrWE0
Parede de blocos de gesso: https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsTjJPTVJBaVlyeHc
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
DI - Exercício 01
Olá Pessoas!!!
Segue link para que vocês tenham acesso ao nosso primeiro exercício que será desenvolvido em sala de aula. Ok?
https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsQy1WT0p0YlpzSjA
https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsQXc0X1AtWDZjVHM
https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsd0FicjBhX1pmNTQ
https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsZlBMUW92WExXQlk
Um abraço!
Até a próxima...
Profª Ericka
Segue link para que vocês tenham acesso ao nosso primeiro exercício que será desenvolvido em sala de aula. Ok?
https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsQy1WT0p0YlpzSjA
https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsQXc0X1AtWDZjVHM
https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsd0FicjBhX1pmNTQ
https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsZlBMUW92WExXQlk
Um abraço!
Até a próxima...
Profª Ericka
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Desenho de Instalações Hidráulicas
Normas técnicas e textos para consulta:
Apostila Amanco: https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsUEdCRWxnRnIyTVk
NBR 5626 - Instalação Predial de Água Fria: https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsNlBhd3FXNFVMelE
NBR 8160 - Sistemas Prediais de Esgoto Sanitário: https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsenNYQXZKN0Q3Y2c
NBR 10844 - Instalações Prediais de Águas Pluviais: https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsY01EeEVxc3lINWs
Apostila Amanco: https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsUEdCRWxnRnIyTVk
NBR 5626 - Instalação Predial de Água Fria: https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsNlBhd3FXNFVMelE
NBR 8160 - Sistemas Prediais de Esgoto Sanitário: https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsenNYQXZKN0Q3Y2c
NBR 10844 - Instalações Prediais de Águas Pluviais: https://docs.google.com/open?id=0B2Eelq8WoSqsY01EeEVxc3lINWs
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Processos Construtivos II - Aula 01
Olá Pessoas...
Seguem links para que vocês possam fazer download de algumas referências que foram utilizadas para preparar nossa primeira aula de PC II...
Então, nesta aula, conversaremos sobre...
ALVENARIA
Técnicas da Construção Civil - Págs. 64 a 85 - Alvenaria: http://www.4shared.com/office/rqVBt0nS/03-Tcnicas_de_Construo_Civil_A.html
Alvenaria Racionalizada: http://www.4shared.com/office/cjnSIzY_/01-texto_techne_alvenaria_raci.html?
Procedimentos e cuidados na execução de alvenaria: http://www.4shared.com/office/AzjMI4WV/02-Procedimentos_e_cuidados_na.html?
Abrs.
Profª Ericka Ferraz
Seguem links para que vocês possam fazer download de algumas referências que foram utilizadas para preparar nossa primeira aula de PC II...
Então, nesta aula, conversaremos sobre...
ALVENARIA
Técnicas da Construção Civil - Págs. 64 a 85 - Alvenaria: http://www.4shared.com/office/rqVBt0nS/03-Tcnicas_de_Construo_Civil_A.html
Alvenaria Racionalizada: http://www.4shared.com/office/cjnSIzY_/01-texto_techne_alvenaria_raci.html?
Procedimentos e cuidados na execução de alvenaria: http://www.4shared.com/office/AzjMI4WV/02-Procedimentos_e_cuidados_na.html?
Abrs.
Profª Ericka Ferraz
Desenho de Instalações - Bibliografia
BÁSICA:
LIVRO 01: CARVALHO JÚNIOR, Roberto de. Instalações Hidráulicas e o Projeto
de Arquitetura. São Paulo: Editora Edgard Blucher ltda., 2010.
LIVRO 02: LIMA
FILHO, Domingos Leite. Projetos de Instalações Elétricas Prediais. 6. ed. São
Paulo: Érica, 2006.
COMPLEMENTAR:
LIVRO 03: CREDER, Hélio. Instalações Hidráulicas e Sanitárias. Livros
Técnicos e Científicos Editora S.A., 6ª Edição, 2006. Rio de Janeiro - RJ.
LIVRO 04: CREDER,
Hélio. Instalações Elétricas. 15. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 2002.
Normas ABNT.
Apostilas Amanco e Schneider vigentes.
Processos Construtivos II - Bibliografia Obrigatória
AZEREDO, H. A. O edifício até sua cobertura. São Paulo: Edgar Bluncher, 1988.
BORGES, A. C.; MONTEFUSCO, E.; LEITE, J. L. Prática das pequenas construções. Vol I e II. Ed. Edgar Blüncher Ltda., São Paulo, 2002.
CONSTRUÇÃO passo-a-passo. São Paulo: PINI, 2009.259p.
BORGES, A. C.; MONTEFUSCO, E.; LEITE, J. L. Prática das pequenas construções. Vol I e II. Ed. Edgar Blüncher Ltda., São Paulo, 2002.
CONSTRUÇÃO passo-a-passo. São Paulo: PINI, 2009.259p.
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